São Pio de Pietrelcina

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O Segredo

Posted by W. Junior on janeiro 27, 2012
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 O silêncio profundo da alma de Jesus, em sua Paixão, guardava um precioso segredo: o mistério de sua paixão interior, seu sofrimento moral. Segredo que nenhum cineasta, nenhum poeta por mais talentoso inspirado, saberia expressar. Segredo de Deus, do Filho de Deus. Segredo do Homem, do Filho do Homem. 

Era costume, entre os judeus, matarem um cordeiro em memória da primeira Páscoa. O sangue do animal sem mancha, macho, de um ano, era a garantia de que as famílias que com ele marcassem as entradas de suas casas seriam preservadas da morte de seus filhos primogênitos.

Costume, também, era utilizar um bode para, através de um ritual, por sobre ele a culpa e os pecados dos fiéis soltando-o, em seguida para a morte no deserto. Era o “bode expiatório”, aquele cuja vida era tomada em troca do pecado do fiel que procurava os sacerdotes do Templo.

 Jesus, ofertando-se como Cordeiro, preserva (assim, no presente do indicativo) toda a família humana, de todos os tempos, da morte eterna. Mais que isso, abre para ela as portas da vida eterna, inclusive em nosso corpo a ser feito glorioso por ocasião da ressurreição dos mortos.

 Tomando sobre si o peso do pecado do homem, de cada homem, de todos os tempos, Jesus expia, dá-se como pagamento de todo pecado, faz-se expiação, uma troca que todo judeu entendia muito bem.

 E aqui reside segredo: ao tomar sobre si o pecado, “fez-se pecado”e iniciou a dor de sua paixão interior. Fazer-se pecado, por amor a você, trouxe-lhe o indescritível sofrimento humano pelo afastamento do Pai que não tem nenhuma parte com o pecado. Esta foi sua verdadeira paixão, mais lancinante que toda chicotada, mais mortal que toda tetania, mais cruel e injusto que toda cruz. O amor encarnado viu-se separado do Amor que o sustentava.

 De sua parte, o Pai, em seu segredo de amor, suportava, por amor, o sofrimento da separação do Filho que entregava para, Nele, acolher o pecador que, a seus olhos, não mais tem o rosto do pecado, mas o rosto amado de Seu Filho.

Maria Emmir Nogueira
Co-fundadora da Comunidade Shalom


A Santa Missa

Posted by Marcus on janeiro 22, 2012
Publicado em: A Missa, Pensamentos. Marcado: A Santa Missa, Pensamentos. Deixe um comentário

Filmagens de Padre Pio em sua vida terrena

Posted by Marcus on janeiro 11, 2012
Publicado em: Videos. Marcado: videos padre pio. 3 comentários

Novidades!

Posted by Marcus on janeiro 10, 2012
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Brevemente traremos fotos inéditas de São Padre Pio que consegui com um amigo Capuchinho! Aguardem!!

Esclarecimento…

Posted by Marcus on janeiro 10, 2012
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Pedimos desculpas aos leitores do Blog São Pio pela ausência nos últimos meses.

Devido alguns problemas particulares nos ausentamos!

Contamos com a oração de todos

CARTA DE UM EX-HOMOSSEXUAL AOS JOVENS

Posted by Marcus on janeiro 10, 2012
Publicado em: Artigos, jovens. Deixe um comentário

“Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.”
Michael  Glatze,  americano,  35  anos,  ex-diretor  de  uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:
A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.
Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.
Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.
Michel
Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.
Em seguida, nasceu a revista Young Gay America (América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revistaYoung Gay America decolou.
Os gays reagiram com alegria à revista Young Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.
Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.
Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.
Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.
Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.
O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.
A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.
Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.
Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.
Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.
Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.
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Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.
Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.
A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.
Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo. Jesus Cristo várias vezes nos aconselha a não confiar em ninguém além dEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus realmente reside no coração e mente de todo ser humano.
O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.
Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.
O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.
O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.
Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.
Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.
Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.
A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.
Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.
Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.
Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.
A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.
Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.
O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.
A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.
Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.
Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria. Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.
Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.
A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.
Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/

Forte Chamado,fecunda resposta

Posted by Marcus on outubro 4, 2011
Publicado em: Artigos. 12 comentários

O tema “Forte chamado, fecunda resposta” foi desenvolvido por Emmir Nogueira, co-fundadora da Comunidade Shalom. A pregadora iniciou citando como exemplo principal a Beata Madre Teresa de Calcutá e serviu como direcionamento para a sua pregação a frase “Hoje, vale mais uma gota de santidade do que um oceano de genialidade”, disse fazendo referência a Gounod.

“Com Madre Teresa aprendemos, através de sua resposta de amor, a também corresponder ao nosso chamado com toda a alegria e disposição, estando dispostos a sair da nossa comodidade, dos nossos planos e da nossa vontade”, disse.

Emmir foi enfática ao dizer que devemos deixar os nossos planos, nossas vontades próprias, a nossa vida superficial, a nossa vida “mais ou menos”, a vida que os outros traçaram para nós e ir correndo, o mais rápido possível, para onde Deus quer que estejamos, para a Sua vontade.

Ainda ensinou que bastava uma única palavra para transformar as nossas vidas, e esta palavra é o “sim”. “Mas um ‘sim’ à vontade de Deus, um ‘sim’ que, mesmo tímido ou temeroso, é capaz de mudar as nossas vidas porque Deus não quer nos perder por nada, pelo contrário, por nos amar Ele nos quer por perto, num caminho de e para a felicidade”, disse.

Desta forma, convidava-nos a dizer sim à santidade! A nos lançar nos braços de Deus, a querer Sua vontade acima de tudo e a nos libertar de tudo o que nos prende para podermos irmos ao encontro de Deus que nos ama muito.

Por: Emmir Nogueira

Fonte: Comunidade Shalom

Um pouco mais de São Pio

Posted by W. Junior on setembro 28, 2011
Publicado em: Formações. Deixe um comentário

Sacerdote do Altíssimo

Posted by Marcus on setembro 23, 2011
Publicado em: Frase da Semana. Marcado: Padre, Padre Pio, Sacerdote, São Pio, São Pio de Pietrelcina. Deixe um comentário

padre-pio-sacerdote-do-altissimo

Não te afastes do altar sem derramar lágrima de dor e de amor por Jesus, crucificado por tua eterna salvação. A Virgem Dolorosa te acompanhará e te servirá de doce inspiração. (São Pio de Pietrelcina)

Padre Pio – Sal da Terra Luz do Mundo

Posted by Marcus on setembro 23, 2011
Publicado em: Pregações, Videos. Marcado: Homilia, Padre Pio, Pe Paulo Ricardo, Pregação, São Pio de Pietrelcina. Deixe um comentário

Trecho da Homilia do Pe. Paulo sobre o Padre Pio de Pietrelcina, no kairos universitário em 2010 .

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